
POR DENTRO
DO BIM
Gestão da informação que conecta estratégia, projeto e obra.

Gestão da informação que conecta estratégia, projeto e obra.
“A informação certa, para quem precisa, no momento certo e com rastreabilidade.”
A EGTC Infra aplica BIM como diretriz corporativa em empreendimentos de infraestrutura de alta complexidade. A abordagem integra rodovias, obras de arte especiais, túneis, sistemas, mobilidade urbana e aeroportos sob uma lógica comum de governança, colaboração e uso estratégico de dados.
O Plano de Execução BIM orienta responsabilidades, marcos de entrega, requisitos de informação e protocolos de interoperabilidade. Em alinhamento à filosofia Lean, o objetivo é reduzir retrabalho, antecipar interfaces críticas e manter o fluxo entre projeto, obra e operação.


Simulações, filtros de fase e modelos federados apoiam a análise de alternativas, o entendimento das interfaces e a tomada de decisão entre projeto e obra.
IFC e BCF mantêm a informação acessível entre diferentes soluções tecnológicas e fortalecem a rastreabilidade do processo.
A extensão do modelo para o canteiro permite consultar informações atualizadas, apoiar inspeções, registrar ocorrências e reduzir o intervalo entre identificação e tratamento de desvios.
01 Consulta ao modelo e às propriedades.
02 Registro de issues com vínculo ao elemento.
03 Quantitativos mais rápidos e auditáveis.
04 Histórico preservado no CDE.


A EGTC Infra mantém um programa permanente de desenvolvimento técnico por meio de sua Universidade Corporativa. A Trilha BIM possui 36 horas, é obrigatória ao corpo técnico envolvido nos empreendimentos e está disponível às demais áreas.
Aulas gravadas, materiais de apoio e guias de leitura estruturam o percurso. A emissão do certificado exige aproveitamento mínimo de 75% em cada módulo.
BIM para infraestrutura, usos BIM, dimensões e introdução ao AWP.
NBR ISO 19650, CDE, gestão da informação e fluxos openBIM com IFC e BCF.
Autodesk Docs/ACC, modelos federados, coordenação e planejamento 4D.


A varredura a laser registra condições existentes com alta precisão e cria uma base confiável para modelagem, verificação geométrica, controle de desvios e atualização do as-built digital.
Captura de realidade com Laser Scanning em túnel. Fonte: Acervo EGTC.

Levantamentos aerointeligentesDrones apoiam ortomosaicos, modelos de terreno, medições de volume e acompanhamento do progresso físico.
Convergência BIM-GISO contexto territorial amplia a análise de interferências, logística de canteiro e impacto ambiental.

A participação em iniciativas de certificação e fóruns técnicos fortalece o domínio dos padrões IFC e BCF e aproxima a prática corporativa das referências internacionais de gestão da informação.
Capacitação não é uma ação isolada. É parte da governança necessária para sustentar o processo BIM.



O Ambiente Comum de Dados centraliza documentos, modelos, revisões e aprovações. Permissões, nomenclaturas e fluxos são definidos conforme papéis, responsabilidades e marcos do empreendimento.
01 Fonte única da verdade.
02 Gestão de acessos e responsabilidades.
03 Padronização de fluxos e revisões.
04 Histórico e trilha de auditoria.




Uma página para cada empreendimento, preservando escala, imagem e contexto.


Gestão, coordenação e implementação BIM aplicadas a 6,6 km de bi-túneis NATM e interfaces de sistemas. Modelos federados apoiaram 70 jatos ventiladores, cerca de 6.500 luminárias, 625 câmeras e sete subestações, com processos em CDE, IFC 4.3, 4D e atualização as-built.


Desenvolvimento multidisciplinar de uma via de entrada de 342 m e uma OAE de saída de 368 m. O CDE integrou colaboração, compatibilização, revisão e aprovação entre geometria, terraplenagem, pavimentação, drenagem, estruturas, geotecnia, paisagismo, sinalização, iluminação e sistemas.


Projeto executivo multidisciplinar de 7,7 km de pistas ascendentes e descendentes. CDE, captura das condições existentes, coordenação, detecção de interferências, quantitativos vinculados aos elementos e planejamento 4D estruturaram o fluxo de entrega.



Ampliação e modernização com fluxo colaborativo em CDE para distribuição, revisão, compatibilização e aprovação. A estratégia reuniu condições existentes, modelos de autoria, coordenação, quantitativos, 4D e estruturação de dados as-built para suporte à operação.


Novas passarelas, ampliação da conexão com a Linha 9-Esmeralda, estrutura metálica e reforço de fundações. O processo reuniu levantamento das condições existentes, coordenação multidisciplinar, planejamento 4D e atualização as-built.


Estações Taboão da Serra e Chácara do Jockey, poços e terminal de ônibus em aproximadamente 3,4 km executados em NATM. IFC 4.3, IDS, gestão de issues, coordenação, 4D e engenharia de valor apoiam a entrega.


Ligação entre Marabá e São Félix com duas faixas rodoviárias e uma via férrea. CDE, aerolevantamentos, coordenação, detecção de interferências, quantitativos e planejamento 4D apoiaram as decisões de projeto e execução.


Gestão em CDE, revisão de modelos, compatibilização, detecção de interferências e quantitativos estruturam uma base confiável para o desenvolvimento e o acompanhamento das etapas do ativo.
