POR DENTRO DO BIM EDIÇÃO 01 · SETEMBRO 2026
Túnel rodoviário iluminado
BIM Corporativo
COMUNICAÇÃO INTERNA · 01
BIM CORPORATIVO
REVISTA DIGITAL

POR DENTRO
DO BIM

Gestão da informação que conecta estratégia, projeto e obra.

GOVERNANÇAOPENBIMCDEPESSOAS
EDITORIAL · BRUNO GERMANO02
VISÃO CORPORATIVA

BIM é gestão
da informação.

“A informação certa, para quem precisa, no momento certo e com rastreabilidade.”

A EGTC Infra aplica BIM como diretriz corporativa em empreendimentos de infraestrutura de alta complexidade. A abordagem integra rodovias, obras de arte especiais, túneis, sistemas, mobilidade urbana e aeroportos sob uma lógica comum de governança, colaboração e uso estratégico de dados.

O Plano de Execução BIM orienta responsabilidades, marcos de entrega, requisitos de informação e protocolos de interoperabilidade. Em alinhamento à filosofia Lean, o objetivo é reduzir retrabalho, antecipar interfaces críticas e manter o fluxo entre projeto, obra e operação.

01GOVERNANÇARegras, papéis e rastreabilidade.
02INTEROPERABILIDADEIFC e BCF como linguagem comum.
03CONFIABILIDADEDados verificáveis para decidir.
04PESSOASCompetência aplicada à obra.
EGTC INFRA · BIM CORPORATIVO02 / 22
ESTRATÉGIA E OPERAÇÃO03

O modelo amplia
a qualidade da decisão.

Profissionais analisando um modelo BIM em tela
Figura 1. Utilização do modelo BIM para suporte e discussão de projeto — Engenharia de Sistemas. Fonte: Acervo EGTC (2023).
Equipe reunida para discussão multidisciplinar
Discussão multidisciplinar apoiada por modelos digitais. Fonte: Acervo EGTC (2023).
Discussão de projeto

Simulações, filtros de fase e modelos federados apoiam a análise de alternativas, o entendimento das interfaces e a tomada de decisão entre projeto e obra.

Gestão openBIM

IFC e BCF mantêm a informação acessível entre diferentes soluções tecnológicas e fortalecem a rastreabilidade do processo.

MODELO · COORDENAÇÃO · DECISÃO03 / 22
APLICAÇÃO NO EMPREENDIMENTO04
BIM FIELD

Informação disponível
onde a obra acontece.

A extensão do modelo para o canteiro permite consultar informações atualizadas, apoiar inspeções, registrar ocorrências e reduzir o intervalo entre identificação e tratamento de desvios.

01 Consulta ao modelo e às propriedades.

02 Registro de issues com vínculo ao elemento.

03 Quantitativos mais rápidos e auditáveis.

04 Histórico preservado no CDE.

Profissional consultando informação BIM no canteiro
BIM no campo: acesso à informação atualizada para inspeção e acompanhamento. Fonte: Acervo EGTC.
PROJETO · CAMPO · RASTREABILIDADE04 / 22
CAPACITAÇÃO E CULTURA BIM05
Painel da Trilha BIM na Universidade Corporativa EGTC Infra
Figura 3. Painel da Trilha BIM na Universidade Corporativa EGTC Infra.
TRILHA BIM CORPORATIVA

Conhecimento comum.
Aplicação consistente.

A EGTC Infra mantém um programa permanente de desenvolvimento técnico por meio de sua Universidade Corporativa. A Trilha BIM possui 36 horas, é obrigatória ao corpo técnico envolvido nos empreendimentos e está disponível às demais áreas.

Metodologia e certificação

Aulas gravadas, materiais de apoio e guias de leitura estruturam o percurso. A emissão do certificado exige aproveitamento mínimo de 75% em cada módulo.

UNIVERSIDADE CORPORATIVA · TRILHA BIM05 / 22
DESENVOLVIMENTO TÉCNICO06

36 horas para conectar
conceito, fundamento e prática.

12h

Conceitos

BIM para infraestrutura, usos BIM, dimensões e introdução ao AWP.

12h

Fundamentos

NBR ISO 19650, CDE, gestão da informação e fluxos openBIM com IFC e BCF.

12h

Aplicação

Autodesk Docs/ACC, modelos federados, coordenação e planejamento 4D.

Equipe EGTC Infra em encontro técnico
Conhecimento compartilhado e participação técnica como parte da cultura BIM. Fonte: Acervo EGTC.
COMPETÊNCIA · LINGUAGEM COMUM · APLICAÇÃO06 / 22
Levantamento com laser scanning em túnel
CAPTURA DE REALIDADE07
LASER SCANNING · TLS

Do campo
ao modelo.

A varredura a laser registra condições existentes com alta precisão e cria uma base confiável para modelagem, verificação geométrica, controle de desvios e atualização do as-built digital.

Captura de realidade com Laser Scanning em túnel. Fonte: Acervo EGTC.
01CAPTURARGeometria física de alta precisão.
02PROCESSARNuvens de pontos georreferenciadas.
03COMPARARProjetado versus executado.
04DECIDIRAjustes com informação verificável.
INTEGRAÇÃO FÍSICO-DIGITAL07 / 22
CAPTURA DE REALIDADE08

O território também
faz parte do modelo.

Levantamento aerointeligente da Nova Serra das Araras
Figura 5. Levantamento Aerointeligente — Nova Serra das Araras.
Modelo federado compatibilizado com nuvem de pontos
Figura 6. Modelo Federado do Túnel 101 compatibilizado com nuvem de pontos georreferenciada capturada via TLS.

Levantamentos aerointeligentesDrones apoiam ortomosaicos, modelos de terreno, medições de volume e acompanhamento do progresso físico.

Convergência BIM-GISO contexto territorial amplia a análise de interferências, logística de canteiro e impacto ambiental.

UAV · TLS · BIM-GIS · CDE08 / 22
LIDERANÇA INSTITUCIONAL09
Primeira turma certificada openBIM Foundation do país
Figura 7. Representação da EGTC Infra na primeira turma certificada openBIM® Foundation do país. Fonte: BIM Fórum Brasil (2024).
BUILDINGSMART INTERNATIONAL

Padrões abertos exigem
competência aplicada.

A participação em iniciativas de certificação e fóruns técnicos fortalece o domínio dos padrões IFC e BCF e aproxima a prática corporativa das referências internacionais de gestão da informação.

Capacitação não é uma ação isolada. É parte da governança necessária para sustentar o processo BIM.
OPENBIM · IFC · BCF · COMPETÊNCIA09 / 22
CONHECIMENTO COMPARTILHADO10

Experiência compartilhada
com o setor.

SINAENCO · A ERA BIMCBT · ITABIM FÓRUM BRASIL
ARTICULAÇÃO TÉCNICA · CULTURA · CAPITAL HUMANO10 / 22
GOVERNANÇA DA INFORMAÇÃO11

Uma fonte confiável
para todas as disciplinas.

O Ambiente Comum de Dados centraliza documentos, modelos, revisões e aprovações. Permissões, nomenclaturas e fluxos são definidos conforme papéis, responsabilidades e marcos do empreendimento.

01 Fonte única da verdade.

02 Gestão de acessos e responsabilidades.

03 Padronização de fluxos e revisões.

04 Histórico e trilha de auditoria.

Exemplo de biblioteca de ativos digitais
Bibliotecas, componentes e modelos de referência apoiam a padronização.
Rotina de automação aplicada a modelo BIM
Rotinas de automação ampliam produtividade, quantitativos e governança de dados.
CDE · CONTROLE · RASTREABILIDADE11 / 22
PADRONIZAÇÃO E INTEROPERABILIDADE12

Ciclo controlado.
Linguagem aberta.

Diagrama dos estados da informação no CDE
Figura 13. Conceito de Estados da Informação no CDE — NBR ISO 19650-1.
Fluxo openBIM de requisitos, IFC, validação e comunicação
Figura 14. Fluxo de trabalho openBIM. Fonte: buildingSMART.
01DESENVOLVIMENTORestrito à equipe autora.
02COMPARTILHADOValidado para coordenação.
03PUBLICADOAutorizado para o uso previsto.
04ARQUIVADOHistórico e auditoria.
NBR ISO 19650-1:2022 · ISO 16739-112 / 22
PORTFÓLIO BIM13
08 CASOS

Infraestrutura
em movimento.

Uma página para cada empreendimento, preservando escala, imagem e contexto.

  1. 01Contornos de Caraguatatuba e São Sebastião
  2. 02Novo Acesso ao Porto de São Sebastião
  3. 03Nova Serra das Araras
  4. 04Aeroportos Campo de Marte e Jacarepaguá
  5. 05Estação Santo Amaro · Linha 5-Lilás
  6. 06Extensão da Linha 4-Amarela
  7. 07Ponte Rodoferroviária sobre o Rio Tocantins
  8. 08Ponte Ferroviária Jurubatuba
PROJETOS QUE CONECTAM DADOS E EXECUÇÃO13 / 22
PORTFÓLIO BIM · 0114
Sistemas dos Contornos de Caraguatatuba e São Sebastião
Sistemas dos Contornos de Caraguatatuba e São Sebastião · Concessionária Tamoios. Fonte: Acervo EGTC.
CONCESSIONÁRIA TAMOIOS

Sistemas dos Contornos de Caraguatatuba e São Sebastião

Maquete BIM dos Sistemas dos Contornos de Caraguatatuba e São Sebastião
Maquete BIM dos Contornos de Caraguatatuba e São Sebastião. Acervo BIM Corporativo.

Gestão, coordenação e implementação BIM aplicadas a 6,6 km de bi-túneis NATM e interfaces de sistemas. Modelos federados apoiaram 70 jatos ventiladores, cerca de 6.500 luminárias, 625 câmeras e sete subestações, com processos em CDE, IFC 4.3, 4D e atualização as-built.

CDE · IFC 4.3 · 4D · CAMPO · AS-BUILT14 / 22
PORTFÓLIO BIM · 0215
Novo Acesso ao Porto de São Sebastião
Novo Acesso ao Porto de São Sebastião · Concessionária Tamoios. Fonte: Acervo EGTC.
CONCESSIONÁRIA TAMOIOS

Novo Acesso ao Porto de São Sebastião

Maquete BIM do Novo Acesso ao Porto de São Sebastião
Maquete BIM do Novo Acesso ao Porto de São Sebastião. Fonte: Acervo BIM Corporativo.

Desenvolvimento multidisciplinar de uma via de entrada de 342 m e uma OAE de saída de 368 m. O CDE integrou colaboração, compatibilização, revisão e aprovação entre geometria, terraplenagem, pavimentação, drenagem, estruturas, geotecnia, paisagismo, sinalização, iluminação e sistemas.

CDE · PROJETO MULTIDISCIPLINAR · AS-BUILT15 / 22
PORTFÓLIO BIM · 0316
Nova Serra das Araras
Nova Serra das Araras — Rodovia Presidente Dutra · Motiva / CCR Rodovias. Fonte: Acervo EGTC.
MOTIVA · CCR RODOVIAS

Nova Serra das Araras

Maquete BIM da Nova Serra das Araras
Maquete BIM da Nova Serra das Araras. Fonte: Acervo BIM Corporativo.

Projeto executivo multidisciplinar de 7,7 km de pistas ascendentes e descendentes. CDE, captura das condições existentes, coordenação, detecção de interferências, quantitativos vinculados aos elementos e planejamento 4D estruturaram o fluxo de entrega.

CDE · REALIDADE · QUANTITATIVOS · 4D16 / 22
PORTFÓLIO BIM · 0417
Pista do Aeroporto Campo de Marte iluminada à noite
Aeroporto Campo de Marte (SP) · PAX Aeroportos. Fonte: PAX Aeroportos.
PAX AEROPORTOS

Campo de Marte e Jacarepaguá

Maquete BIM do Aeroporto Campo de MarteMaquete BIM do Aeroporto de Jacarepaguá
Campo de Marte (esq.) e Jacarepaguá (dir.). Fonte: Acervo BIM Corporativo.

Ampliação e modernização com fluxo colaborativo em CDE para distribuição, revisão, compatibilização e aprovação. A estratégia reuniu condições existentes, modelos de autoria, coordenação, quantitativos, 4D e estruturação de dados as-built para suporte à operação.

CDE · COORDENAÇÃO · 4D · GESTÃO DE ATIVOS17 / 22
PORTFÓLIO BIM · 0518
Imagem editorial utilizada para mobilidade urbana
Requalificação da Estação Santo Amaro · Linha 5-Lilás · Motiva / ViaMobilidade. Imagem editorial do documento original.
MOTIVA · VIAMOBILIDADE

Requalificação da Estação Santo Amaro

Maquete BIM da Requalificação da Estação Santo Amaro
Maquete BIM da Requalificação da Estação Santo Amaro. Fonte: Acervo BIM Corporativo.

Novas passarelas, ampliação da conexão com a Linha 9-Esmeralda, estrutura metálica e reforço de fundações. O processo reuniu levantamento das condições existentes, coordenação multidisciplinar, planejamento 4D e atualização as-built.

CDE · COORDENAÇÃO · 4D · AS-BUILT18 / 22
PORTFÓLIO BIM · 0619
Imagem editorial utilizada para a extensão da Linha 4-Amarela
Extensão da Linha 4-Amarela · Motiva / ViaQuatro. Imagem editorial do documento original.
MOTIVA · VIAQUATRO

Extensão da Linha 4-Amarela

Maquete BIM da Extensão da Linha 4-Amarela
Maquete BIM da Extensão da Linha 4-Amarela. Fonte: Acervo BIM Corporativo.

Estações Taboão da Serra e Chácara do Jockey, poços e terminal de ônibus em aproximadamente 3,4 km executados em NATM. IFC 4.3, IDS, gestão de issues, coordenação, 4D e engenharia de valor apoiam a entrega.

IFC 4.3 · IDS · ISSUES · 4D · AS-BUILT19 / 22
PORTFÓLIO BIM · 0720
Ponte Rodoferroviária sobre o Rio Tocantins
Ponte Rodoferroviária sobre o Rio Tocantins · Vale. Fonte: Acervo EGTC.
VALE

Ponte Rodoferroviária sobre o Rio Tocantins

Maquete BIM da Ponte Rodoferroviária sobre o Rio Tocantins
Maquete BIM da Ponte Rodoferroviária sobre o Rio Tocantins. Fonte: Acervo BIM Corporativo.

Ligação entre Marabá e São Félix com duas faixas rodoviárias e uma via férrea. CDE, aerolevantamentos, coordenação, detecção de interferências, quantitativos e planejamento 4D apoiaram as decisões de projeto e execução.

CDE · AEROLEVANTAMENTO · COORDENAÇÃO · 4D20 / 22
PORTFÓLIO BIM · 0821
Ponte Ferroviária Jurubatuba
Ponte Ferroviária Jurubatuba · MRS. Fonte: Acervo EGTC.
MRS

Ponte Ferroviária Jurubatuba

Maquete BIM da Ponte Ferroviária Jurubatuba
Maquete BIM da Ponte Ferroviária Jurubatuba. Fonte: Acervo BIM Corporativo.

Gestão em CDE, revisão de modelos, compatibilização, detecção de interferências e quantitativos estruturam uma base confiável para o desenvolvimento e o acompanhamento das etapas do ativo.

CDE · COORDENAÇÃO · INTERFERÊNCIAS · QUANTITATIVOS21 / 22
POR DENTRO DO BIM · EDIÇÃO 01

Informação confiável.
Decisões melhores.
Infraestrutura conectada.

Uma publicação do BIM Corporativo · EGTC Infra